Comer em Paris

Desde que a gente chegou em Paris, fomos a alguns bistrots, brasseries, padarias e cafés tradicionais, uma creperia, muitas lanchonetes de rede (porque é mais barato, claro) e alguns restaurantes de culimarias estrangeira. Decepção até agora com um restaurante de comida brasileira e os de comida italiana e árabe (em São Paulo é muuuuito melhor!).

Interessante foi ir num restaurante de comida tipica da Etiópia, em que a gente come sem talheres, com as mãos, de um grande prato central, dividido por todos. Durante essa semana que passou, tivemos outra surpresa boa, com um restaurante coreano, o Yeban. Ha vários restaurantes coreanos em Paris, mais precisamente de churrasco coreano,onde as mesas tem um fogareiro no centro para ir esquentando a carne. Pra minha surpresa e pra alegria do Arthur, que não pode ver peixe, a culinária coreana é cheia de carne vermelha e legumes, principalmente. Achei a comida uma delicia, o tempero ótimo.

Fomos com uma amiga super simpática que conheci no curso de francês, a Insoo, que aparece na foto abaixo. Foi uma ótima oportunidade pra aprender algo sobre a cultura coreana. Como a gente sabe pouco sobre o oriente, né? Aprendi que os coreanos comem muita carne vermelha, que tem mais cristãos que budistas na Coréia do Sul e ha muitos missionários protestantes (nesse quesito, fica atras só dos EUA). A Insoo é jornalista e trabalha justamente para um canal de televisão coreano protestante (nunca imaginei que existisse um canal assim na Coréia) e essa semana parte para Burkina Faso, onde grava um documentário. Outra curiosidade: assim que soube que a gente era do Brasil, o coreano, dono do restaurante, não parava de repetir: Ta bom? Perguntei: Você fala português? Ele disse que na Coréia todo mundo sabe falar “Ta bom?”, bordão de uma propaganda de suco de laranja brasileiro que fez muito sucesso por la.

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Depois de ter ido nesses restaurantes todos, ontem à noite a gente fez um programa bem francês, o pique nique. Foi com a Isabelle, minha aluna de português que esta de partida para o Brasil, e seus amigos franceses. Nessas noites quentes, as margens do Sena ficam lotadas de gente fazendo pique nique, tocando violão, conversando em pequenos grupos, bebendo vinho gelado. Ficamos na margem esquerda do Sena, em frente ao Instituto do Mundo Arabe.

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Agora, no meu cardapio, so ficou faltando ir em algum desses restaurantes especializados em frutos do mar deParis. O Arthur odeia, então não pode nem passar perto. Mas eu sempre fico com vontade, principalmente quando vejo aquelas ostras, mariscos e camarões grandes. Esse programa eu to deixando pra fazer com meus pais agora em julho, quando o Arthur estiver trabalhando. Humm, da até agua na boca!

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6 Comentários

Arquivado em comida, franceses, Paris

6 Respostas para “Comer em Paris

  1. jarbas

    Oi , filha.

    Pode escolher a “marisqueria”. Vamos àquelas ostras com nome chique, Coquille Saint Jacques ou algo parecido. Pode não ser tão gostoso, mas é um luxo só.
    Mudo de assunto.Não sei se você sabe, mas estou dando aulas para gentes da sua tribo, o povo de comunicações sociais de São Judas. Abriu um vaga para aulas de filosofia. E lá estou eu filosofando com a meninada do primeiro ano.Uma aventura.

    Beijão, Jarbas.

  2. Priscila

    Oi! Conheci seu blog pelo Conexão Paris.
    Tb moro em Paris e gosto muito do restaurante árabe Al Dar, perto do St. Michel. Fica a dica =)
    Bjo!

  3. taíse!!! o bebê da bia é menina!!! luiza chega em dezembro. bjocas

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